O meu nome é João Ferreira e sou colecionador de pins. Neste momento e nos próximos dias o blog está a ser actualizado, devido a entrada e saída de alguns pins. De qualquer forma podem consultar porque a diferença não será muita, em relação a saídas. Se alguém tiver pins que não queira pode sempre entrar em contacto comigo pelo mail jlemos.ferreira@gmail.com Obrigado pela compreensão e disponibilidade de pins se for o caso. Cumprimentos João Lemos Ferreira
quinta-feira, 21 de setembro de 2023
São Marcos é uma antiga freguesia portuguesa do município de Sintra. População: 17 412 habitantes. Foi uma freguesia pertencente à cidade de Agualva-Cacém no concelho de Sintra. Em 2013, no âmbito da reforma administrativa, foi extinta, e integrada com a freguesia do Cacém, criando-se a União de Freguesias do Cacém e São Marcos.
Montijo é uma cidade portuguesa pertencente ao distrito de Setúbal e à Área Metropolitana de Lisboa, com 41411 habitantes (2021). Até 1930, e apesar do seu estatuto de vila, denominava-se Aldeia Galega do Ribatejo ou, simplesmente, Aldeia Galega ou Aldegalega[, passando deste então a ter o seu nome atual, «que melhor condiz com as suas tradições históricas». É sede do Município do Montijo.
Fundada em 1905. A Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários da Amadora é única na Cidade da Amadora. Com cerca 176 mil habitantes, uma área de 24Km2, rodeada das principais vias de circulação de acesso à cidade de Lisboa que contam diariamente com um intenso tráfego, é com os Bombeiros da Amadora que a população e, todos aqueles que passam pela cidade, contam para os socorrer ou auxiliar sempre que necessário.
O Corpo de Bombeiros Voluntários da Amadora é único na Cidade da Amadora. Com cerca 176 mil habitantes, uma área de 24Km2, rodeada das principais vias de circulação de acesso à cidade de Lisboa que contam diariamente com um intenso tráfego, é com os Bombeiros da Amadora que a população e, todos aqueles que passam pela cidade, contam para os socorrer ou auxiliar sempre que necessário.
sexta-feira, 15 de setembro de 2023
A marca Renova surge pela primeira vez em 1818 numa marca de água de uma folha de papel de escrita. A marca antecede a construção da Fábrica de Papel situada no lugar da Zibreira que começou a sua laboração no dia 3 de Maio de 1940, no mesmo local onde antes tinham existido outras empresas mais antigas, a última das quais destruída num incêndio ocorrido em 1904. Os primeiros anos de atividade foram dedicados ao fabrico e comercialização de papel de escrita, impressão e embalagem, iniciando no final da década de 50 um percurso pioneiro e muito inovador no desenvolvimento de produtos de papel tissue para uso doméstico e sanitário. A Renova fundou em Portugal esse mercado, continuando ainda hoje a ser a marca líder.
Situado no centro de Portugal, o concelho de Montemor-o-Velho pertence ao distrito de Coimbra. Com uma área total de 229km2 distribuída por 11 freguesias, faz parte do Baixo Mondego, uma região privilegiada em destinos turísticos com grande valor cultural, histórico, paisagístico, desportivo e social.
segunda-feira, 11 de setembro de 2023
Museu da Indústria Baleeira - Ilha do Pico - Açores. Este polo foi inaugurado em 1994, passando para a tutela do Governo Regional dos Açores em 1998. Resulta de uma musealização industrial "in situ", valorizada por obras de requalificação urbanística e paisagística da antiga Fábrica das Armações Baleeiras Reunidas, Lda. Esta fábrica laborou entre 1949 e 1984 na transformação e comercialização de produtos extraídos do cachalote, como farinhas, óleos, adubos e vitaminas. No primeiro museu de arqueologia industrial dos Açores, instalado na mais importante empresa baleeira do Arquipélago, expõe-se toda a maquinaria que testemunha os processos de produção e de evolução tecnológica verificados ao longo do período de laboração deste complexo piscatório e fabril. (Informação enviada pelo Museu, a qual muito agradeço).
Museu dos Baleeiros - Ilha do Pico - Açores. Inaugurado em 1988, foi candidato ao Prémio Museu Europeu do Ano em 1991. O projeto de arquitetura, de Paulo Gouveia, recebeu, em 1993, uma menção honrosa da Associação dos Arquitetos Portugueses e da Secretaria de Estado da Cultura - Prémios Nacionais de Arquitetura. O edifício original do museu é constituído por um conjunto de três casas de botes baleeiros do séc. XIX, complementado por uma tenda de ferreiro e uma biblioteca especializada na temática baleeira. Em 2008 foi feita uma ampliação com projeto do mesmo arquiteto. Em 2014 construiu-se um auditório, da autoria dos arquitetos Rui Pinto e Ana Robalo. Todos estes espaços estão fortemente marcados por uma arquitetura de inspiração baleeira norte-americana. O museu integra vários núcleos expositivos sendo o único em Portugal especializado na temática baleeira. (Informação dada pelo próprio Museu, a qual muito agradeço).
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